Dermatologia Clínica
Dermatologia Clínica
Diagnóstico e Tratamento das doenças da pele, cabelo e unhas, tais como :
- ACNE
- CÂNCER DE PELE
- ALOPECIA
- DOENÇAS DO CABELO
- MELASMA
- DERMATITES
- DOENÇAS DA UNHA
- PSORÍASE
- ALERGIA DERMATOLÓGICA
- VERRUGAS
- MICOSES DE PELE
- UNHA
- ROSÁCEA
- VITILIGO
- MANCHA PÓS INFLAMATÓRIA
- ACNE DA MULHER ADULTA
- ALOPECIA ANDROGENÉTICA
- FOLICULITES
Tratamento
Capilar
Tratamento Capilar
A queda excessiva dos cabelos tem impacto significativo na aparência, e pode ser fonte de preocupação para homens e mulheres. A alopecia androgenética, também conhecida como calvície, é um problema que pode levar à perda total ou parcial dos cabelos. Embora seja mais comum entre o sexo masculino – estima-se que 80% dos homens com mais de 80 anos sofram do problema – a alopecia androgenética também pode afetar as mulheres.
Nos homens, a perda de cabelo tende a se concentrar no topo do couro cabeludo. Nas mulheres, é mais difusa.
A alopecia androgenética é desencadeada por inúmeros fatores de ordem genética e hormonal. A alopecia androgenética também está associada ao excesso de hormônios andrógenos (masculinos), e por isso pode ser um problema para as mulheres, que sofrem diversas alterações hormonais ao longo da vida.
Embora seja um quadro de origem genética e hereditário, a existência de um ou mais casos na família não significa que, necessariamente, a calvície se manifestará.
A boa notícia para quem sofre com a perda de cabelo é que há inúmeras opções de tratamento. Para saber a mais adequada, é necessário consultar um dermatologista, que fará uma investigação das características e das prováveis causas do problema. Dentre as opções terapêuticas estão os medicamentos tópicos, como soluções de minoxidil e 17 alfa estradiol e orais, como a finasterida e antiandrógenos sistêmicos, como a ciproterona e espironolactona. No caso de alopecia androgenética feminina, dá-se preferência à terapêutica tópica. Existem também lasers que podem ser utilizados para estimular o crescimento dos fios. Nos casos mais acentuados, o transplante de cabelo pode ser uma opção.
Atenção
Não se automedique para tratar a perda de cabelo, pois pode colocar sua saúde e sua beleza em risco. Para saber o tratamento mais indicado, procure um dermatologista, o médico especialista em pele, cabelos e unha
Higiene capilar
A higiene dos cabelos é essencial para mantê-los saudáveis. Usar produtos adequados ao tipo de cabelo, que não causem alergias e ressecamentos, é uma tarefa muitas vezes árdua. Alguns produtos comuns quando se fala em higiene capilar são:
Xampus: responsáveis por limpar os fios, retiram a oleosidade, o suor, a descamação das células do couro cabeludo, os resíduos de poluição e de outros produtos capilares. Além disso, também proporcionam brilho, maciez, retiram a eletricidade estática dos fios e facilitam o pentear. Os principais componentes do xampu são detergentes ou tensoativos, estabilizadores de espuma, condicionadores, conservantes, agentes corretivos, fragrâncias e corantes. Ativos complementares podem ser adicionados aos produtos para direcionar sua ação, seja controladores de oleosidade, hidratantes e substâncias anti-inflamatórias, entre outros.
A higiene capilar não possui uma regra, depende do tipo de cabelo do paciente e da região na qual ele mora. Isso porque existem fatores individuais e ambientais que influenciam na oleosidade e ressecamento dos fios. Em regiões mais úmidas, como Brasília e Rio de Janeiro, por exemplo, as pessoas podem lavar os cabelos todos os dias, especialmente aquelas que têm a raiz oleosa e fios finos. Pessoas mais maduras, mulheres na pós-menopausa, negras e aquelas com cabelos secos, em geral, lavam menos, pois o sebo não se distribui uniformemente da raiz à haste, seja pela baixa produção ou pelo formato do fio ser encaracolado.
Se um paciente tem o couro cabeludo oleoso e passa um período sem lavá-lo, a tendência é que ele fique ainda mais oleoso, com aspecto nada bonito. Isso pode até mesmo favorecer o surgimento da dermatite seborreica naqueles que já tenham essa tendência. Se uma pessoa com cabelos secos lavá-los mais do que deveria, a tendência é que fiquem ainda mais ressecados, com aquele efeito frizz(arrepiado). Além disso, é importante evitar o excesso de detergente que os xampus contêm.
A maioria dos laboratórios que comercializam xampus recomenda duas aplicações do produto. A primeira funcionaria para tirar o grosso dos resíduos superficiais e a segunda para lavar o couro cabeludo. Porém, a maioria das pessoas faz só uma aplicação. Como o nível de detergência de grande parte dos xampus é muito alto, para os pacientes com cabelos mais secos, ou muitas vezes quimicamente tratados, uma lavagem é suficiente.
O paciente sempre deve dar mais atenção ao couro cabeludo na hora da higienização. Por isso, o xampu deve ser aplicado especialmente nessa região que, em seguida, deve ser massageada ainda com o produto. O ideal é que o xampu permaneça ali, em geral, por dois a três minutos. Na sequência, ele vai descendo e removendo os resíduos que ficam no comprimento dos cabelos até a ponta.
Condicionadores: produtos usados após a lavagem cuja função é neutralizar as cargas negativas dos fios, reduzindo o frizz, melhorando o pentear e a maciez. Os principais componentes são detergentes catiônicos, formadores de filme, derivados de proteínas e silicones.
Substâncias modeladoras, géis e fixadores sem álcool, desde que de boa qualidade, não prejudicam os fios e não causam queda de cabelo, desde que não sejam usadas diariamente
O cabelo exerce função social e de autoafirmação; determina estilos e moda, chegando a ser ícone de algumas gerações. Mas além da função estética, os cabelos são responsáveis pela proteção da pele contra a radiação solar, além de ajudar a diminuir o atrito com a pele, a proteger orifícios e, em algumas áreas do corpo, têm função tátil, de percepção de sensibilidade.
O folículo piloso, local no qual se originam cabelos e pelos, começa a se desenvolver ainda na fase embrionária do bebê, por volta da nona semana. Após a 22ª semana, todos os folículos do corpo já estão maduros. Isso significa que o número de folículos que uma pessoa terá já está determinado antes mesmo de ela nascer, incluindo-se na conta os do couro cabeludo.
Anatomicamente, o cabelo é composto por queratinócitos (células que produzem queratina) produzidos pelos folículos pilosos. A maior parte do cabelo é composta por essas células cheias de queratina, responsáveis pela força e resistência dos fios. A camada mais externa da haste capilar chama-se cutícula, é bem fina e queratinizada, atua como uma barreira protetora do fio, além de ser responsável pela textura, brilho e maciez.
Além disso, os pelos do corpo possuem um padrão de crescimento característico, alternando as fases de crescimento com as de repouso. A duração e intensidade dessas fases dependerão da localização do pelo. O cabelo chega a crescer, em média, um centímetro por mês. Em média, uma pessoa possui 100 mil fios de cabelo e é esperado que cerca de 100 a 200 fios caiam por dia. Vale lembrar que essa quantidade de perda pode variar muito para cada indivíduo. O ciclo de crescimento do fio dura normalmente de 2 a 7 anos.
A quantidade de fios que cairão depende de fatores genéticos, hormonais e da idade. Procure sempre um médico dermatologista para que possa lhe ajudar toda vez que sentir mudanças no seu padrão de queda ou
Eflúvio Telogeno
Entenda por que isso acontece e quando você deve procurar o dermatologista.
A queda faz parte do ciclo de vida natural dos fios. Todos os dias, perdemos certa quantidade deles e isso não deve ser motivo de preocupação. A luz amarela acende quando há um aumento na quantidade da queda habitual, que pode ser percebido na escova, na fronha ou no ralo do banheiro, por exemplo. Aí, sim, pode ser um caso de eflúvio telógeno (ET) que, algumas vezes, leva à perda de cerca de 600 fios diariamente. Mas, o eflúvio telógeno leva à calvície? Não.
Mas porque o cabelo cai?
Antes de descobrir o porquê disso tudo, vale a pena entender como é o ciclo de vida de um fio de cabelo: a fase anágena corresponde ao nascimento e crescimento; na catágena o fio já atingiu, digamos, a idade adulta; e a fase telógena é a da queda. Todos os fios passam por essas etapas – mas em momentos diferentes. No eflúvio telógeno é como se mais fios chegassem, juntos, ao “fim da vida”.
O eflúvio telógeno pode ser agudo ou crônico
O eflúvio telógeno agudo, geralmente, cessa sozinho e dura menos de seis meses. Situações pontuais, como estresse, pós-parto, dietas muito restritivas , cirurgias podem fazer o cabelo cair mais do que o normal, porque desequilibram o organismo. É autolimitado, ou seja , não necessariamente precisará de intervenção e costuma se resolver em até 6 meses.
Por outro lado, queda acentuada durante mais de seis meses pode indicar eflúvio telógeno crônico e aqui precisamos investigar a razão. Pode ser, por exemplo, uma doença autoimune, anemia ou desnutrição, condições que precisam ser tratadas ou controladas.
Como é o tratamento ?
Geralmente, o eflúvio telógeno crônico tem duas abordagens terapêuticas: tratar o problema de saúde que está causando a queda e, em alguns casos, a utilização de vitaminas e de fármacos para fortalecer e estimular o crescimento dos fios. A consulta com o dermatologista é importante para confirmar se a queda é um eflúvio telógeno e se há outras condições associadas que podem atrapalhar a recuperação dos fios.
Tratamentos
Faciais
Tratamentos Faciais
Proteção Solar:
Usar, diariamente, o protetor solar correto para seu tipo de pele é imprescindível. Mesmo em dias nublados, os raios solares atingem a pele, podendo causar manchas na pele e envelhecimento precoce. Existem protetores solares para pele oleosa, pele seca, pele acneica, pele mista, pele madura e pele normal. Atualmente, existem centenas de opções com tecnologias exclusivas que proporcionam controle da oleosidade, ação antipoluição e antiglicante, além de tonalizantes que cobrem as imperfeições com uma cobertura natural.
Anti-Idade:
Os Dermocosméticos possuem eficácia comprovada no rejuvenescimento facial da pele, de dentro para fora, reduzindo a quantidade de rugas e flacidez. Atualmente, contamos com produtos anti-idade, géis, loções e séruns que auxiliam na produção de colágeno e na renovação celular.
Além dos produtos de mercado, contamos com fórmulas personalizadas de ativos que atingem desde a derme até a epiderme, com ação rejuvenescedora, hidratante e revitalizante.
Clareamento:
Os dermocosméticos clareadores do mercado possuem potentes ingredientes que atuam nas etapas do processo de pigmentação da pele: produção, liberação e armazenamento da melanina, atuando no clareamento de diversos tipos de manchas na pele, como o melasma no rosto e as manchas de acne. Eles atuam em diversas áreas como nas manchas do rosto, manchas na virilha, manchas nas axilas e nas olheiras, com ação clareadora comprovada.
